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escola de teatro

A Escola de Teatro da Fundação das Artes é referência no ensino e na pesquisa desde sua criação, em 1968. Com um projeto pedagógico criativo, fruto da experiência da equipe docente, oferece formação nas modalidades Livre e Técnico, levando em consideração faixa etária, modalidade do curso, conhecimento técnico do ofício do ator, o incentivo à liberdade e a autonomia criativa e o uso da imaginação, sem esquecer-se de discutir os meios de produção da arte.

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Formação livre

Teatro Infanto-Juvenil
Criado em 1998 para atender a uma demanda de crianças e pré-adolescentes interessados em teatro, o curso de teatro Infanto-Juvenil divide-se em três módulos progressivos e anuais. Cada módulo é pensado em conjunto, isto é, o conteúdo aprendido é aprofundado e redirecionado nos módulos seguintes de acordo com os objetivos e as especificidades de cada fase. O curso não forma atores mirins nem encaminha o estudante para agências de publicidade. Aqui, o teatro é utilizado, principalmente, como meio de sociabilização, integração e formação artística do indivíduo.
[Consulte horários na página das inscrições ou na secretaria da escola]

Teatro Adolescente
Dividido em dois módulos, tem o objetivo de oferecer formação artística em teatro, desenvolvimento da comunicabilidade e ampliação da auto-expressão. A intenção do curso não é formar atores profissionais. Independente da carreira escolhida, o estudante poderá carregar em sua experiência os princípios básicos do teatro que são a observação e a escuta, o trabalho em grupo, a compreensão e o respeito sobre o fazer artístico e a apreciação da arte e os agregaram às suas carreiras profissionais e a seus grupos sociais.
[Consulte horários na página das inscrições ou na secretaria da escola]

Iniciação em Teatro
Com duração de seis meses, o curso tem o objetivo de apresentar os princípios básicos do fazer teatral. O curso é ideal para quem nunca fez teatro ou para quem busca ferramentas para melhorar sua comunicação e para a desinibição, seja no âmbito pessoal ou profissional.
[Consulte horários na página das inscrições ou na secretaria da escola]

Formação Técnica

Técnico em TEATRO  | para maiores de 18 anos e que estejam cursando (ou tenham completado) o Ensino médio (ou equivalente).
Nosso pensamento artístico-pedagógico é que o aluno deve participar de um curso que contribua para a formação técnica de ator privilegiando a ética, a rotina do ofício, a criação artística sem esquecer os meios de produção para a existência da arte. O Curso Técnico em TEATRO tem duração de sete semestres e carga horária de 3.120 horas, cuja conclusão possibilita obter o registro profissional. Os alunos terão, dentre outras, aulas teóricas sobre História do Teatro, Estética Teatral, Produção, Metodologia de Pesquisa e Pesquisa Teatral e práticas de Interpretação, Expressão Corporal e Vocal, Improvisação, Canto, Maquiagem e Caracterização. Ao final do curso, há a prática de montagem de espetáculo e temporada de dois meses no Teatro Timochenco Wehbi (Fundação das Artes), propiciando a experiência do ponto de vista artístico e técnico da manutenção de um espetáculo. A prática também é potencializada por meio de convites para participar de Mostras e Festivais. A Escola oferece, a partir do segundo período, Núcleos de Pesquisa Teatral com conteúdos e pesquisas não contemplados na matriz oficial do curso.
Horário das aulas:  Técnico em TEATRO (a partir dos 18 anos):
Segunda a sexta-feira, das 18h50 às 22h50 e sábado, das 13h30 às 18h.
Para conhecer a matriz curricular, clique aqui.


cursos

Curso Livre de Teatro Infantil (7 a 10 anos)
Curso de sensibilização artística que aborda, entre outros assuntos: o espaço cênico, desinibição, a relação da criança com o grupo e o meio, jogos dramáticos, improvisação, criatividade e integração às atividades teatrais. É um curso modular, com duração mínima de dois semestres e máxima de seis, diferenciados entre si.

Curso Livre de Teatro Juvenil (11 a 13 anos)
Curso de sensibilização artística que aborda, entre outros assuntos: o espaço cênico, desinibição, a relação do jovem com o grupo e o meio, jogos dramáticos, improvisação, criatividade e integração às atividades teatrais, prática e conduta cênica e leitura de textos teatrais. É um curso modular, com duração mínima de dois semestres e máxima de seis, diferenciados entre si.

Curso Livre de Teatro Adolescente (14 a 17 anos)
Curso de sensibilização e formação artística que aborda, entre outros assuntos: o espaço cênico, conduta, pesquisa teatral, introdução à interpretação, expressão corporal e vocal e à teoria do teatro. É um curso modular, com duração mínima de dois semestres, diferenciados entre si.

Curso Livre de Iniciação ao Teatro (a partir de 17 anos)
Curso de iniciação ao teatro. Improvisação, expressão corporal e vocal, integração à escola, trabalho em equipe são assuntos abordados ao longo do curso. Tem a duração de um semestre.

Técnico em Teatro
É um curso profissionalizante de teatro, com duração de sete períodos (semestres) letivos. Para ingressar, as condições prévias são: ter 18 anos completos até o início das aulas do Primeiro Período e ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio, no mínimo. As aulas são ministradas também aos sábados e, eventualmente, em domingos e feriados. O aluno deve estar ciente disso antes de realizar os testes classificatórios (realizados semestralmente). Não haverá negociações posteriores e em todas as disciplinas pontualidade, assiduidade e participação efetiva na aula são critérios de avaliação. Pontuação negativa nesses itens poderá prejudicar o avanço do aluno. Também deverão ser realizadas 560 horas de estágio sociocultural, distribuídas em uma série de atividades diferentes; essa prática oferece uma formação mais sólida e profunda.
Ao longo do curso o aluno receberá aulas de Interpretação, Análise de Texto, História do Teatro, Teatro Brasileiro, Expressão Corporal, Expressão Vocal, Canto Cênico, Estética Teatral, Improvisação, Integração, Maquilagem e Caracterização, Metodologia de Pesquisa, Organização e Normas, Pesquisa Teatral, Preparação Corporal, Produção e Relação Interpessoal.
A disciplina de Interpretação promove provas públicas, que são apresentações ao final de cada Período, em espetáculos chamados Exercícios Cênicos.

professores

Alessandra Fioravante
Professora da Formação Técnica: Expressão Corporal, Preparação Corporal, Orientação de Pesquisa.
conheça meu currículo

Ana Luiza Icó
Professora da Formação Técnica: Maquilagem e Caracterização, Estética Teatral, Orientação de Pesquisa, Orientação de Núcleo de Prática e Pesquisa Teatral.

Ana Paula Demambro
Professora da Formação Técnica: Interpretação.
Professora da Formação Livre: Curso Infantil, Juvenil e Adolescente.

Celso Correia Lopes
Professor da Formação Técnica: Interpretação, Expressão Vocal, Montagem, Temporada, Orientação de Pesquisa, Orientação de Núcleo de Prática e Pesquisa Teatral.
Professor da Formação Livre: Curso Adolescente.

Daniela Giampietro
Professora da Formação Livre: Cursos Infantil e Juvenil.

Daniel Volpin
Professor da Formação Técnica: Canto cênico, Orientação de Pesquisa.

Melissa Aguiar
Professora da Formação Técnica: Expressão Corporal, Preparação Corporal, Interpretação, Orientação de Pesquisa, Orientação de Núcleo de Prática e Pesquisa Teatral.
Professora da Formação Livre: Cursos Infantil, Juvenil e Adolescente.

Paulo Delmondes
Professor da Formação Técnica: Organização e Normas.
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Pedro Alcântara
Professor da Formação Técnica: Improvisação, Interpretação, Montagem, Temporada, Orientação de Pesquisa, Orientação de Núcleo de Prática e Pesquisa Teatral.
Professor da Formação Livre: Curso Adolescente.

Samanta Okuyama
Professora da Formação Técnica: Canto cênico.

Sérgio de Azevedo
Professor da Formação Técnica: Integração, Interpretação, Produção Teatral, Montagem, Temporada, Orientação de Pesquisa, Orientação de Núcleo de Prática e Pesquisa Teatral.
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Simone Mello Zaidan
Professora da Formação Técnica: Laboratório de texto, Interpretação, Orientação de Pesquisa.
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Vanessa Senatori
Professora da Formação Técnica: Improvisação, Integração, Relação Interpessoal, Metodologia de Pesquisa, Orientação de Pesquisa, Orientação de Núcleo de Prática e Pesquisa Teatral.
Professora da Formação Livre: Cursos Infantil, Juvenil e Adolescente

Warde Marx
Professor da Formação Técnica: Análise de Texto, História do Teatro, Estética Teatral, Teatro Brasileiro, Interpretação, Montagem, Temporada, Orientação de Pesquisa, Orientação de Núcleo de Prática e Pesquisa Teatral.

núcleo de pesquisa

Os Núcleos
Embora instituídos em 2000, logo após a reformulação do Curso Técnico, a Escola de Teatro já havia passado por experiências de formações artísticas que tinham em seu objetivo as práticas e poéticas de uma pesquisa em Artes Cênicas, que pulsava além do espaço criativo do curso regular.

A denominação Núcleo de Prática Teatral surge em um momento importante para a Escola de Teatro, no qual esta amplia sua tendência de pensar arte não somente pelo viés pedagógico. Buscou-se, principalmente, o contato com temas que não são contemplados na grade curricular habitual. Essas motivações são o mote para o surgimento do primeiro Núcleo de Prática Teatral, dentro dos objetivos e moldes que existem até hoje.

O pioneiro, surgido em 2000, tinha por princípio a realização da ação cultural em várias escolas da cidade, entidades e instituições privadas ou públicas da Grande São Paulo, além de participar de Mostras e Festivais no Estado de São Paulo. O Núcleo, que até então contava com a participação de dez alunos, pesquisava as linguagens da comédia, do palhaço (ou clown) e de algumas manifestações populares. A partir de 2007, já como Núcleo de Pesquisa Teatral, firma-se como uma ação artística que, além de proporcionar aos alunos experiências convencionais, agrega um público que não tem participação efetiva na programação da escola, gerando assim outro olhar, estabelecendo novas percepções das escolhas estéticas. Por esses motivos, ao completar uma década de trabalho e investimento, especialmente humano, essa ação foi expandida para mais três Núcleos, com os seguintes objetivos: proporcionar pesquisa processual com prática de montagem ou investigação teórico-estética; oferecer vivência de grupo, por meio da experiência prática; facilitar o artístico e uma aproximação maior e experimentos não contemplados no exercício coletivo do trabalho técnico, uma vez que os alunos que formarão os futuros Núcleos são provenientes de turmas diferentes, com conhecimentos, hábitos e estágios de desenvolvimento diferentes; e, possibilitar o estudo de novos conceitos e tendências das artes cênicas.

A participação nos Núcleos é optativa e a seleção se dá por meio de edital. Ao final dos processos, os Núcleos realizam apresentações públicas, cujo formato e linguagem estética ficam a cargo do professor responsável. Nessa década de atividades, os Núcleos desenvolveram mais de vinte trabalhos, divididos entre espetáculos e pesquisas, levados a público inseridos nas Mostras de Teatro, realizadas duas vezes ao ano, e pela ativa participação nas Mostras e Festivais do Estado de São Paulo. Dentre as pesquisas realizadas pelos Núcleos, temos: Butoh, Cineclube, Clown, Comédia, Commedia dell’Arte, Construção de Personagem Cômico, Dramaturgia, Encenação, Investigação Corporal, Mitos e Ritos, Pedagogia do Teatro, Produção Cultural, Samuel Beckett, Teatralidades, Teatro do Absurdo, Teatro Infantil, Tennessee Williams e Voz.


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Alessandra Fioravante

Formada em Ballet Clássico pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, iniciou seus estudos dentro da linguagem de Dança Contemporânea em 1998 e se especializou fazendo cursos de técnica moderna e contemporânea, dramaturgia para o corpo, composição e criação coreográfica e anatomia para o movimento.

Atuou como bailarina da Stacatto Cia de Danças e Cia de Danças de Diadema e trabalhou com coreógrafos como Mario Nascimento, Luis Arrieta, Anselmo Zolla, Ivonice Satie, Luis Ferron, Mirian Druwe, Sandro Borelli entre outros.

Desde de 2000 é professora de dança contemporânea na Fundação das Artes e já ministrou aulas nos projetos sociais de Diadema. Em Santo André foi professora e coordenadora pedagógica do Centro de Dança de Santo André.

Atualmente ministra aulas de dança contemporânea na Escola de Dança de São Paulo e Fundação das Artes, além de atuar como bailarina da Cia Danças sob a direção de Claudia de Souza.

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Paulo Delmondes

Bacharel em Artes Cênicas, professor de Teatro e jornalista profissional na área de variedades. Iniciou sua carreira em 1974, na peça “A Rainha Esther”, adaptação de Tatiana Belinck, no Teatro Arthur de Azevedo, em São Paulo. Ao longo de sua carreira participou de inúmeras montagens no teatro  profissional paulista em espetáculos adulto, infantil, ópera, circo-teatro e dança , destacando-se   “Gota D’Agua”, direção Gianni Ratto;  “Ópera do Malandro”, direção  Luiz Antonio Martinez Corrêa;  “I Mostra de Repertório de Circo-Teatro  direção Dirce Militello,  Ballet “Bollero” de Ravel, direção de Maurice Bejart, no Teatro Municipal de São Paulo; os infantis “Vamos Brincar de Teatrinho?, direção de Paulo Lara; “O Bobo da Corte”, direção Antonio Ginko; “A Fábula do Lobo”, direção Mauricio Aricó;  e os Balés “Gisele”, direção Alina Biernacka, “XY - A verdadeira diferença entre os sexos”, direção de Paulo Goulart Filho. É militante do movimento sindical como diretor no SATED/SP (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado de São Paulo), responsável pelo Departamento de Aposentadorias junto ao INSS.

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Sérgio de Azevedo

Professor de Interpretação, Improvisação, Integração, Montagem Teatral, Temporada e Produção Artística na Escola de Teatro da Fundação das Artes desde 2.000 e Professor assistente do curso de produção cultural da FAAP desde 2010.
Doutorando em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, com orientação da Prof.ª Dra. Ana Angélica Albano.
Mestre em Artes pelo CAC - Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, com orientação da Profª Dra. Ingrid Dormien Koudela.
Diretor de teatro de espetáculos como Hamlet, de William Shakespeare (2015), Antes que tudo se acabe, de Celso Correia Lopes (2013), Os Justos, de Albert Camus (2012), Arritmia (2011), A Editora não vai gostar, de Warde Marx (2009), Hugo, os imaginários e a cidade do medo, de Celso Correia Lopes (2007/2008), O cavalinho azul, de Maria Clara Machado (2007), O Capeta em Caruaru, de Aldomar Conrado (2006), A menina e o vento, de Maria Clara Machado (2004, 2005), A vida é sonho, de Calderón de la Barca (2004), Estado de Sítio, de Albert Camus (2004), A Entrevista, de Daniel Herz (2003), Fica Comigo esta noite, de Flávio de  Souza (2002), A História é uma Istória, de Millôr Fernandes e A Essência e o Tempo, de Warde Marx(2001).
Iluminador, elaborou desenhos de luz para espetáculos como Prohibitum (2016), Hamlet, de William Shakespeare (2015), Antes que tudo se acabe (2013), Quando eu não esperava por você (2013), O que não disseram (2010), A editora não vai gostar e Ensaio sobre a ilha (2009),  Oroboros (2008) e Mulheres de fases, homem de lua (2005). Foi um dos organizadores/produtores do I Congresso Brasileiro de Iluminação Cênica, realizado em 2005, na cidade de São Caetano do Sul.
Gestor e produtor cultural com Graduação em Comunicação Social pela USCS - Universidade Municipal de São Caetano do Sul e curso de Especialização em Gestão Cultural pela Universidade de Girona (Espanha)/Itaú Cultural. Coordenador de Projetos Culturais da Fundação das Artes de 2.000 a 2.012 e Coordenador técnico e pedagógico de Viva Arte Viva, Programa de Cidadania Artística da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Caetano, atividade que ofereceu cursos de iniciação teatral para mais de 1.500 alunos da Rede Pública de Ensino de São Caetano e familiares, de 2.000 a 2.013. Gestor do Programa de Cultura e Saúde Operação de Riso e do Ponto de Cultura de Cultura APAP Artecidade.

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Simone Mello Zaidan

Atriz e professora de teatro. É mestre em Artes pela ECA-USP, na linha de Teoria e Prática do Teatro; especialista em Artes Cênicas - Teatro pela Universidade São Judas Tadeu, licenciada em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela UNESP e atriz pelo Curso de Atores do INDAC. Trabalhou como atriz junto à Cia. Stromboli nos espetáculos A Metamorfose e O Casamento da Baratinha, ambos dirigidos por José Rubens Siqueira e contemplados pelo Prêmio Estímulo Flávio Rangel (2001). Com o Duo Drama, que fundou com Júnia Pedroso, criou o texto Azul Turquesa (encenado como Árvores Nuas pela Cia. Teatro de Garagem), os recitais de poesia Livros Animados (Sesc Itaquera, 2000) e Mulheres em Versos (Sesc Pinheiros, 2006) e o espetáculo Atrás dos Olhos, que unia texto das atrizes com a poesia de Ana Cristina Cesar (2005). 

Participa desde 2011 do núcleo de estudos do Grupo TAPA e é professora de interpretação da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, a partir de 2012.

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